segunda-feira, 30 de abril de 2012
Chico
Amo-te porque te amo,
amo-te pelo simples impulso
inquietante de amar,
amo-te com a doçura
singela de quem não consegue
trocar palavras pra não repetir
esse sentimento repetitivo
que se repete todo segundo
que é de te amar.
O que posso fazer se não te amar?
poderia escrever um soneto de Camões,
ou transitar os poema parnasianos
para descrever da mais bela forma
isso que se faz presente em tantos corações.
Posso eternizar em poema
o nosso eterno amor
que já está eternizado
na eternidade desses retalhos
que compõem nossa memória
paixão, diluída em calor.
Sou seu clichê em palavras,
que pode um ser humano compor
da mais bela natureza
senão esse sentimento
criado pelo inconsciente
e inexplicável desejo do amor?
Dedicado ao Girassol da minha vida.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Quando se despetala um girassol
ResponderExcluirem versos brancos
ainda numa forma medida
ameaçando colocar um amor desmedido
num soneto de Camões
ou em versos medidos parnasiano
um amor completamente insano
mui belo poema
Luiz Alfredo - poeta