Tento ser Dom Casmurro
a atar as duas partes de uma linha,
resgatar no presente, o passado,
um amor fracassado, uma poesia só minha.
Se dançamos o efêmero das folhas de outono
nem que tenha sido por um segundinho
Hoje respiramos o perfume das flores
herança das estações, obra de um passarinho.
Tudo que precisávamos era força
mas o vento nos arrastou para longe.
Tudo que vivemos foi estação,
começamos pela beleza singela do outono
e terminamos com o sentimento confortante
de um inesperado verão.
A Lua a banhar nossos caminhos
e o Sol a iluminar nossas memórias,
tudo o que vivemos foi lindo
como um sonho, que dura só uma noite
mas nunca é esquecido.
resgatar no presente, o passado,
um amor fracassado, uma poesia só minha.
Se dançamos o efêmero das folhas de outono
nem que tenha sido por um segundinho
Hoje respiramos o perfume das flores
herança das estações, obra de um passarinho.
Tudo que precisávamos era força
mas o vento nos arrastou para longe.
Tudo que vivemos foi estação,
começamos pela beleza singela do outono
e terminamos com o sentimento confortante
de um inesperado verão.
A Lua a banhar nossos caminhos
e o Sol a iluminar nossas memórias,
tudo o que vivemos foi lindo
como um sonho, que dura só uma noite
mas nunca é esquecido.
Quando o poema é quase
ResponderExcluiruma música
se arrisca na forma
impõe um ritmo
um estilo
e enche os versos
de sentimentos intensos
e estações
fica mui belo
Luiz Alfredo - poeta
Que massa por aqui, moça!
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